Cada vez que o coração bate, ele gera uma onda de pressão que viaja pelas artérias — a chamada onda de pulso. A velocidade com que essa onda se propaga depende diretamente do estado das suas artérias: artérias saudáveis e elásticas conduzem a onda lentamente; artérias endurecidas (rígidas) conduzem mais rápido.
A Velocidade da Onda de Pulso (VOP) é considerada o padrão-ouro para avaliar rigidez arterial — um preditor independente de eventos cardiovasculares como infarto, AVC e morte cardiovascular, reconhecido pelas diretrizes brasileiras e europeias de hipertensão.
O exame de Análise da Onda de Pulso na CEFIS vai além da VOP: mede também a pressão arterial central (a pressão real dentro da aorta, diferente da pressão periférica medida no braço), o índice de amplificação, o débito cardíaco e a resistência vascular — tudo de forma não invasiva, no consultório, em poucos minutos.
A pressão arterial que você conhece — medida no braço com um manguito — é a pressão periférica. Ela é útil, mas incompleta. O que realmente importa para o risco cardiovascular é o que acontece dentro da aorta e das artérias centrais:
Dois pacientes com a mesma pressão no braço (ex: 140/90) podem ter pressões centrais completamente diferentes — e riscos cardiovasculares diferentes. A medida periférica sozinha não diferencia.
A rigidez arterial é um preditor independente de infarto, AVC e mortalidade cardiovascular — mesmo em pacientes com pressão arterial “controlada”. A VOP detecta dano vascular antes dos sintomas.
Alguns anti-hipertensivos reduzem a pressão periférica mas não a central. A análise da onda de pulso mostra se o tratamento está protegendo de fato o coração e o cérebro — ou apenas os números no braço.
O exame de rigidez arterial é solicitado por cardiologistas, clínicos gerais e nefrologistas em situações em que a medida convencional de pressão não é suficiente para avaliar o risco real do paciente:
Avaliação de dano vascular subclínico (lesão de órgão-alvo) em hipertensos, ajuste de medicação com base na pressão central, e estratificação de risco cardiovascular além da pressão periférica.
Em pacientes com múltiplos fatores de risco (tabagismo, diabetes, colesterol alto, obesidade, sedentarismo) que precisam de estratificação mais precisa — a VOP adiciona informação que o exame clínico convencional não fornece.
Diabéticos têm envelhecimento vascular acelerado. A rigidez arterial aumenta mesmo com pressão “normal”. O exame permite detecção precoce de comprometimento vascular antes de complicações macro e microvasculares.
Pacientes renais crônicos têm rigidez arterial aumentada como fator de risco independente de mortalidade cardiovascular. A VOP permite monitorar a progressão vascular ao longo do tratamento.
A idade é o principal determinante de rigidez arterial. Em pacientes acima de 50 anos com fatores de risco, a VOP avalia a “idade vascular” real — que pode ser muito diferente da idade cronológica.
Monitorar se a medicação está reduzindo efetivamente a rigidez arterial e a pressão central — e não apenas a pressão no braço. Permite ajustes mais precisos e individualizados.
O laudo do exame inclui múltiplos parâmetros hemodinâmicos — cada um com significado clínico específico. A Dra. Alba Godoy interpreta os resultados e define a conduta:
Padrão-ouro para rigidez arterial. Quanto mais rígida a artéria, mais rápida a onda. VOP acima de 10m/s indica dano vascular.
A pressão real dentro da aorta — diferente da pressão medida no braço. Mais relevante para risco de AVC e infarto.
Mede o quanto a onda refletida das artérias periféricas “amplifica” a pressão central. Indica rigidez e envelhecimento vascular.
Volume de sangue bombeado pelo coração por minuto. Avaliado de forma não invasiva — informação antes disponível só por cateterismo.
Mede a “resistência” que as artérias oferecem ao fluxo sanguíneo. Elevada em hipertensos e diabéticos — orientação para escolha de medicação.
Diferença entre pressão sistólica e diastólica centrais. Marcador independente de risco cardiovascular, especialmente em idosos.
O exame é simples, rápido e indolor — não exige preparo especial. É realizado no próprio consultório da Dra. Alba Godoy:
Você senta relaxado na cadeira do consultório. O manguito de pressão é colocado no braço — igual à medida de pressão convencional.
O equipamento faz a medida periférica convencional e em seguida realiza 3 aferições adicionais da pressão central. Você sente o manguito inflar e desinflar normalmente. Leva poucos minutos.
O software processa os dados e emite o laudo com todos os parâmetros hemodinâmicos. A Dra. Alba interpreta os resultados e discute a conduta com você na hora.
O exame de rigidez arterial na CEFIS é realizado e interpretado pela Dra. Alba Godoy — cardiologista, arritmologista e eletrofisiologista pelo Hospital de Base do DF, com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e pela Sociedade Brasileira de Arritmia. A combinação de cardiologia clínica + expertise em hemodinâmica arterial permite interpretação qualificada dos parâmetros e ajuste preciso do tratamento.
Conhecer a Cardiologia da CEFIS →Rigidez arterial é o endurecimento progressivo das paredes das artérias — processo natural do envelhecimento, mas acelerado por hipertensão, diabetes, tabagismo, colesterol alto e sedentarismo. Artérias rígidas aumentam a carga de trabalho do coração, elevam a pressão central e aumentam o risco de infarto, AVC e insuficiência cardíaca. A rigidez arterial é um preditor independente de mortalidade cardiovascular — ou seja, adiciona risco mesmo em pacientes com pressão “controlada”.
A VOP é a velocidade com que a onda de pressão gerada pelo coração viaja pelas artérias. Quanto mais rígida a artéria, mais rápida a onda. Valores acima de 10m/s indicam dano vascular significativo. É considerada o padrão-ouro para avaliação de rigidez arterial, reconhecida pelas diretrizes europeias e brasileiras de hipertensão.
A pressão periférica é medida no braço — é a que você conhece. A pressão central é a pressão real dentro da aorta, a principal artéria do corpo. Devido a fenômenos de reflexão de ondas, a pressão no braço pode ser diferente da pressão central — especialmente em jovens. A pressão central é mais relevante para o risco de dano ao coração e ao cérebro, e só pode ser estimada com equipamentos específicos como o da CEFIS.
Não. O exame usa o mesmo manguito de uma medida de pressão convencional. Você sente o manguito inflar e desinflar algumas vezes — a mesma sensação de medir pressão no consultório. Não há agulha, não há contraste, não há radiação. Leva poucos minutos e é feito sentado na cadeira do consultório.
Recomenda-se evitar café, cigarro e atividade física intensa nas 2 horas anteriores ao exame — mesma orientação de uma medida de pressão convencional. Não é necessário jejum. Mantenha suas medicações habituais nos horários normais, exceto se orientado diferentemente pelo médico.
Não — são complementares. O MAPA mede a pressão periférica ao longo de 24 horas (padrão-ouro para diagnóstico de hipertensão). O exame de rigidez arterial mede a pressão central e a VOP no consultório (padrão-ouro para rigidez arterial). Em muitos casos, o cardiologista solicita ambos para avaliação cardiovascular completa.
Sim — parcialmente. Exercício físico regular, controle pressórico, perda de peso, cessação do tabagismo e algumas medicações (especialmente inibidores do sistema renina-angiotensina) podem reduzir a rigidez arterial. O exame permite acompanhar a evolução ao longo do tratamento, comparando os valores entre sessões.
Na CEFIS, o exame é realizado e interpretado pela Dra. Alba Godoy, cardiologista e arritmologista. A interpretação dos parâmetros (VOP, pressão central, augmentation index, débito cardíaco) exige formação cardiológica especializada — por isso é feito dentro da consulta cardiológica, não como exame avulso.
A cobertura pode variar conforme o plano. A consulta cardiológica com a Dra. Alba é coberta pelos convênios aceitos pela CEFIS (GDF-Saúde, Pró-Saúde TJDFT, Saúde Caixa, SIS Senado, BACEN, OMINT e outros). O exame de rigidez arterial pode ser realizado durante a consulta ou como procedimento complementar — entre em contato pelo WhatsApp para validar a cobertura do seu plano.
Exame de rigidez arterial e análise da onda de pulso com a Dra. Alba Godoy. Não invasivo, feito no consultório, com laudo imediato. Na Asa Sul de Brasília.